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6 Motivos para ser a favor da privatização de bancos e empresas estatais

A mentalidade Anti-privatização ou estatista sempre dominou e quem ousa defender privatizações é repudiado com violência verbal e física. No entanto, é curioso que os brasileiros não percebam que é justamente o Estado o causador dos piores males que nossa sociedade sofre, desde a corrupção até a carga tributária que nos tornam escravos. Não basta a mídia divulgar inúmeras fraudes nas quais as empresas e bancos estatais estão envolvidos, as pessoas continuam a defender a existência dessas entidades governamentais. Então vamos lá, quais os principais motivos para apoiar a privatização?

1- Livre-concorrência, preços baixos e mais empregos:
Quanto mais empresas concorrendo mais os preços caem e melhor se tornam os produtos. Não adianta simplesmente privatizar, a chave do sucesso do capitalismo é a livre concorrência. Quanto mais empresas, mais empregos disponíveis aos brasileiros.

2- Nepotismo:
Uma vez no poder de um banco ou de uma empresa estatal, o detentor desse poder fará de tudo para alimentar toda sua família e amigos. Não generalizo, mas isso acontece e muito!

3- Fisiologismo:
Quando o banco ou empresa pertence ao governo, o político tem fácil acesso a estes e usa esta permissão para favorecer seus “amigos” ou dar privilégios para alguma empresa. Funciona como uma troca de favores.

4- Greves:
Os funcionários públicos paralisam as atividades e a população fica sem receber os serviços o Estado se responsabilizou em oferecer. Já parou para pensar no efeito de uma greve no transporte público, nos bancos ou nos correios? Não precisa pensar né, você é um dos lesados nessa brincadeira.

5- Déficits e impostos:
Déficit é um saldo econômico negativo e quem paga por ele somos nós através dos impostos. Lembrem-se: o prejuízo no privado não é socializado como nas empresas estatais.

6- Punição por péssimos serviços:
Além de ser mais fácil demitir um funcionário problemático e contra producente sabemos também que é mais fácil processar uma empresa privada do que processar o governo. Pertence ao senso comum as pessoas sentirem raiva de empresas, por isso é tão fácil processá-las. Já o governo, quem consegue vencer um processo contra o governo?

Quanto mais Estado mais corrupção, afinal não é à toa que os países mais liberais na economia são também os menos corruptos!

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A Falácia da Janela Quebrada

Esse texto é a tradução de um artigo escrito por Robert P. Murphy, um economista da escola austríaca e acadêmico adjunto do Ludwig von Mises Institute.

Economistas pró livre mercado tem triunfalmente citado a falácia da janela quebrada sempre que alguém opina que um ato destrutivo, seja ele um desastre natural ou uma catástrofe provocada pelo homem seria, paradoxalmente, “bom para a economia.” A referência feita é a uma lição clássica dada pelo economista Frédéric Bastiat, em 1850.

Especialmente depois que Paul Krugman foi à CNN e discutiu as virtudes de fingir uma invasão alienígena, os libertários estavam tendo um dia ativo com a acusação de “janela quebrada”. A assim chamada esquerda progressista tem contra-argumentado, alegando que os críticos de Krugman não compreendem realmente o que Bastiat estava dizendo.

No presente artigo, iremos rever a lição original de Bastiat e aplicá-la aos debates modernos sobre os possíveis benefícios de eventos destrutivos.

A Fábula de Bastiat

Vamos citar extensivamente do exemplo de abertura de Bastiat, em sua obra clássica, O que se vê e o que não se vê:

Será que alguém presenciou o ataque de raiva que acometeu o bom burguês Jacques Bonhomme[1], quando seu terrível filho quebrou uma vidraça?  Quem assistiu a esse espetáculo seguramente constatou que todos os presentes, e eram para mais de trinta, foram unânimes em hipotecar solidariedade ao infeliz proprietário da vidraça quebrada: “Há males que vêm para o bem.  São acidentes desse tipo que ajudam a indústria a progredir.  É preciso que todos possam ganhar a vida.  O que seria dos vidraceiros, se os vidros nunca se quebrassem?

Ora, há nessas fórmulas de condolência toda uma teoria que é importante captar-se flagrante delito, pois é exatamente igual àquela teoria que, infelizmente, rege a maior parte de nossas instituições econômicas.

Supondo-se que seja necessário gastar seis francos para reparar os danos feitos, pode-se dizer, com toda justeza, e estou de acordo com isso, que o incidente faz chegar seis francos à indústria de vidros, ocasionando o seu desenvolvimento na proporção de seis francos.  O vidraceiro virá, fará o seu serviço, ganhará seis francos, esfregará as mãos de contente e abençoará no fundo de seu coração o garotão levado que quebrou a vidraça.  É o que se vê.

Mas se, por dedução, chegamos à conclusão, como pode acontecer, de que é bom que se quebrem vidraças, de que isto faz o dinheiro circular, de que daí resulta um efeito propulsor do desenvolvimento da indústria em geral, então eu serei obrigado a exclamar: Alto lá!  Essa teoria para naquilo que se vê, mas não leva em consideração aquilo que não se vê.

Não se vê que, se o nosso burguês gastou seis francos numa determinada coisa, não vai poder gastá-los noutra!  Não se vê que, se ele não tivesse nenhuma vidraça para substituir, ele teria trocado, por exemplo, seus sapatos velhos ou posto um livro a mais em sua biblioteca.  Enfim, ele teria aplicado seus seis francos em alguma outra coisa que, agora, não poderá mais comprar.

Façamos, pois, as contas da indústria em geral.

Tendo sido quebrada a vidraça, a fabricação de vidros foi estimulada em seis francos; é o que se vê.

Se a vidraça não tivesse sido quebrada, a fabricação de sapatos (ou de qualquer outra coisa) teria sido estimulada na proporção de seis francos; é o que não se vê.

E se levássemos em consideração o que não se vê por ser um fato negativo, como também o que se vê, por ser um fato positivo, compreenderíamos que não há nenhum interesse para a indústria em geral, ou para o conjunto do trabalho nacional, o fato de vidraças serem quebradas ou não.

Há dois elementos importantes na análise de Bastiat:

  1. uma suposição sobre o que hoje chamamos de “crowding out”, ou, o que é a mesma coisa, a negação de que há “recursos ociosos”,
  2. e a distinção entre riqueza e emprego.

Abaixo vamos lidar com cada um deles, um de cada vez.

Bastiat Assume “Pleno Emprego”, i.e., Inexistência de “Recursos Ociosos”

Para chegar a sua conclusão de que o menino vândalo não conferiu nenhum benefício econômico para a comunidade, Bastiat primeiro estabelece que não há nenhum estímulo líquido ao emprego ou à renda. É verdade, a renda do vidraceiro é maior do que teria sido. Isto é o que é o que se vê. No entanto, Bastiat argumenta que este benefício inegável para o vidraceiro é perfeitamente compensado por uma redução na renda de outra pessoa na comunidade, que agora está ganhando menos por causa do vândalo.

Especificamente, Bastiat assume que o lojista teria gasto seus seis francos de alguma forma, e que o menino apenas o forçou a gastar o dinheiro na reparação da janela quebrada. É errado ver o emprego do vidraceiro como um ganho líquido para a economia, porque o lojista (na ausência da janela quebrada) poderia ter gasto esses seis francos reparando seus sapatos, por exemplo. Nesse caso, o ganho do vidraceiro é exatamente compensado pela perda do sapateiro.

Assim, se assumirmos que os trabalhadores na comunidade estariam em “plenamente empregados” tendo o menino quebrado ou não a janela, então é claro que o menino não está “criando empregos” nem “aumentando a renda total”. Tudo que ele fez foi dar mais trabalho/renda ao vidraceiro, às custas de trabalho/renda de algumas outras pessoas na comunidade.

Riqueza versus Renda/Emprego

Nesse ponto, pode-se pensar que todo o episódio é uma bobagem. Claro, o vandalismo do menino não ajuda, mas como ele prejudica? Bastiat está implicitamente argumentando que é melhor incentivar os negócios do sapateiro, ao invés do vidraceiro? Como ele consegue escapar ileso fazendo esse juízo de valor?

A resposta envolve a distinção entre riqueza versus o rendimento ou emprego. Só porque a “renda total”, ou “emprego total”, ou o “PIB total” não foi alterado pela ação do menino – ocorreu apenas que a composição foi rearranjada – não obstante o rapaz vândalo objetivamente tornou a comunidade mais pobre.

Especificamente, ao destruir a janela, o menino obrigou as pessoas na comunidade a dedicarem o seu escasso tempo de trabalho (e outros materiais), ao fim de meramente restaurar a quantidade de riqueza tangível de volta ao seu estado original. No entanto, se o menino não tivesse quebrado a janela, então o trabalho e outros materiais teriam sido usados? (novamente, assumindo o pleno emprego em ambos os cenários), com o fim de fazer riqueza tangível da comunidade crescer.

Em resumo, Bastiat está argumentando que o menino não estimulou o emprego total ou renda, ele apenas os deslocou de um setor para outro. Mas, no desenrolar dos fatos, a comunidade terá menos riqueza após o vandalismo do menino do que teria na outra situação. Especificamente, os ganhos e perdas no resto da comunidade se distribuirão – o vidraceiros terão mais riqueza, enquanto o sapateiro tem menos – mas o lojista estará definitivamente mais pobre. Ao invés de ter uma janela e um novo par de sapatos, agora ele terá apenas uma janela.

Ironicamente, levou-se vários parágrafos de análise econômica para retornar ao que o senso comum nos disse o tempo todo: Quando um menino vândalo quebra a janela do lojista (e o lojista é quem tem de pagar para substituí-la), o lojista estará mais pobre na exata quantia necessária para cobrir os custos da substituição dela. Ação do menino é destrutiva; ela tornou a comunidade mais pobre; ele não deveria ser parabenizado, de nenhuma forma. Dãã!

Os Keynesianos Flertam com a Exaltação de Desastres

Especialmente à luz da recente fraude conduzida às custas de Paul Krugman, devemos agir com cuidado aqui. Para ser justo, deixe-me ser claro: Paul Krugman nunca realmente pediu por uma invasão alienígena, nem disse que queria uma nova guerra mundial. No entanto, ele tem de fato escrito coisas que, compreensivelmente, deram essa impressão a seus críticos. É por isso que tantos libertários estavam fazendo referências à falácia da janela quebrada como doidos. Aqui estão as duas frases mais contundentes de Krugman (além da análise da invasão alienígena discutida anteriormente):

A vida e os negócios continuam; portanto, acho que temos que falar sobre os impactos econômicos do pesadelo de Fukushima.

Alguns desses impactos envolvem uma paralisação das cadeias de abastecimento […]

Mas o que estou observando muito são preocupações sobre os impactos financeiros. Com certeza, o Japão terá de despender centenas de bilhões (de dólares, não ienes) para limitar os danos e recuperar o país, mesmo com a queda de receita graças ao impacto econômico direto. Assim, ele se tornará menos um país exportador de capital, talvez um importador de capital, durante um determinado período.  E isso,  é a continuação da  história, levará a uma alta nas taxas de juro.

E o que ocorre? Em tempos normais, aumentos nas taxas de juro seriam corretos.  Mas não estamos em tempos normais. Continuamos numa armadilha de liquidez, com juros de curto prazo subindo acima de zero […]

Portanto os empréstimos tomados pelo governo não precisam ser às custas do investimento privado, levando a uma alta nas taxas de juro; em vez disso, eles apenas mobilizam parte daquela poupança desejada, mas não realizada.

E sim, isso significa que a catástrofe nuclear pode acabar se tornando expansionista, se não para o Japão, mas pelo menos para o mundo como um todo. Se isso parece loucura, bem,  economia numa armadilha de liquidez é isso  lembre-se, a 2a. Guerra Mundial pôs fim à Grande Depressão.(Paul Krugman, 15 março de 2011, grifo do autor)

E esta:

Parece quase de mau gosto falar sobre dólares e centavos, após um ato de assassinato em massa. No entanto, devemos perguntar sobre os abalos econômicos de horror terça-feira.

Estes abalos não precisam ser grandes. Por mais medonho que dizer isto possa parecer, o ataque terrorista – como o dia original da infâmia, que pôs fim à Grande Depressão – poderia até trazer algum benefício econômico ….

Sobre o impacto econômico direto: a base produtiva do país não foi seriamente danificada. Nossa economia é tão grande que as cenas de destruição, por mais impressionantes que sejam, são apenas uma picada de agulha …. Ninguém tem estimativa do dano em dólares, mas eu ficaria surpreso se a perda for mais do que 0,1 porcento da riqueza dos EUA – comparável aos efeitos materiais de um grande terremoto ou furacão.

O coringa aqui é a confiança …. Durante algumas semanas, americanos horrorizados podem estar sem humor para comprar nada mais do que bens necessários. Mas, passado o choque, é difícil acreditar que os gastos dos consumidores serão muito afetados.

Irão os investidores fugir de ações e títulos corporativos para ativos mais seguros? Tal reação não faria muito sentido – afinal, os terroristas não vão explodir a S.&P. 500 … No momento em que os mercados se reabrirem, o pior pânico provavelmente já terá passado.

Assim, o impacto econômico direto dos ataques provavelmente não será assim tão ruim. E haverá, potencialmente, dois efeitos favoráveis.

Primeiro, a força motriz por trás do arrefecimento econômico tem sido uma queda do investimento empresarial. Agora, de repente, precisamos de alguns novos edifícios de escritórios. Como eu já indiquei, a destruição não é grande em comparação com a economia, mas a reconstrução vai gerar ao menos algum aumento nos gastos empresariais.

Em segundo lugar, o ataque abre a porta a algumas medidas sensatas de combate à recessão. Para as últimas semanas tem havido um intenso debate entre os liberais sobre se eles devem defender a resposta keynesiana clássica ao arrefecimento econômico, uma explosão temporária de gastos públicos. … Agora parece que vamos realmente ter uma rápida explosão de gastos públicos, por mais trágicas que sejam as razões. (Paul Krugman, 14 de setembro de 2001, grifos do autor)

A relevância da fábula de Bastiat para análise de Krugman (típico keynesiano) deveria ser evidente. Existe apenas uma última lacuna para preencher no caso contra a “embalagem de prata” de janelas quebradas, tsunamis e atentados terroristas.

Qual é o Objetivo do Emprego?

Como eu disse anteriormente, os keynesianos tem recentemente lançado contra-ataques à acusação de que eles estão cometendo a falácia da janela quebrada. Uma das suas respostas é afirmar que os críticos conservadores/libertários estão ignorando a distinção entre riqueza e emprego, e que eles são inconscientemente assumindo que há pleno emprego (ou seja, que não há “recursos ociosos”).

Espectadores simpáticos tem entrado no debate, alegando que Bastiat poderia estar errado. Afinal, suponha que um furacão veio e atingiu uma comunidade que inicialmente tinham um grande número de trabalhadores da construção civil desempregados. Quem poderia negar que o furacão pode (sob as circunstâncias corretas) realmente levar a mais emprego e a um maior “produto interno bruto”, da forma como ele é atualmente medido?

Nesta fase do debate, acho que há duas respostas principais. Em primeiro lugar, temos que perguntar por que existem tantos “recursos ociosos” por aí? Se for o caso de o governo e políticas destrutivas do banco central são os culpados – e não uma indisposição súbita de as pessoas “gastarem o suficiente” – então os gastos forçados (devido a um desastre natural ou a um ataque terrorista) não vão realmente consertar o mercado de trabalho . Misteriosamente, a economia vai de repente se tornar “pior do que imaginávamos”, de modo que mesmo à luz dos novos gastos, o desemprego ainda estará muito alto. (Isto é o que aconteceu com o pacote de estímulo de Obama.)

Em segundo lugar, podemos encarar a crítica frontalmente. Suponha que é realmente o caso de que, na ausência de um furacão (ataque terrorista, tsunami, invasão alienígena, etc), as pessoas em uma comunidade iriam trabalhar menos horas, e que o PIB mensurado seria menor. Isso significa que existe alguma “embalagem de prata” no desastre que poderia, pelo menos parcialmente, compensar a inegável perda de riqueza?

Por exemplo, faria sentido dizer: “Claro, os alienígenas vieram e explodiram alguns edifícios, e nos obrigaram a usar alguns dos nossos mísseis e muito combustível para jatos para os repelir, mas pelo menos eles estimularam nossa economia deprimida; por isso temos que por na balança a perda de riqueza por um lado, e o ganho da atividade econômica, pelo outro lado, para ver se, de forma geral, os aliens foram um benefício líquido”?

A posição padrão pró livre mercado nessa questão é não, não faz sentido falar assim. O objetivo da atividade econômica é a produção de bens de consumo e serviços. O trabalho é um mal necessário e não um fim em si mesmo. Como disse Henry Hazlitt num contexto semelhante,

Não é fácil empregar todo mundo, mesmo (ou especialmente) na mais primitiva economia. Pleno emprego – emprego integral, demorado e que requer esforço – é uma característica, precisamente, das nações industrialmente mais atrasadas.

Adaptando outra analogia de Hazlitt, suponha que Jim vê o seu vizinho sentado em uma espreguiçadeira, tomando um martíni num sábado à noite. Jim decide, então, por fogo na casa do vizinho. Obviamente, o vizinho pula da cadeira, e gasta (digamos) a próxima hora apagando o fogo e minimizando o dano o melhor que pode. Será que alguém no seu perfeito juízo diz deste cenário: “Claro, Jim causou alguma destruição física de riqueza, e isso é uma coisa ruim, no entanto, não vamos perder de vista o lado positivo: o vizinho usou mais do seu próprio trabalho do que teria usado em algum outro caso”?

O mesmo princípio opera no nível social, quando se trata de furacões, ataques terroristas e invasões alienígenas. A única diferença é que indivíduos específicos podem realmente se beneficiar, mas a comunidade como um todo estará mais pobre. Por exemplo, se uma nave alienígena explode uma fábrica (deserta) e depois sai, é possível que certas pessoas (como trabalhadores da construção civil e seus fornecedores) vão, liquidamente, se beneficiar. Eles irão com prazer abandonar o seu tempo de lazer em troca do salário que receberão para reconstruir a fábrica.

No entanto, existem outras pessoas na comunidade que são claramente as perdedoras. Não só eles perderam a riqueza da fábrica, mas eles também devem pagar o suficiente de seus bens remanescentes para induzir os trabalhadores da construção civil e outras pessoas a reconstruí-la.

Ao contabilizar os custos e benefícios a nível social, o fato de que centenas de trabalhadores tem que gastar horas de seu tempo, e que os proprietários de coisas escassas como telhas, tijolos, concreto, etc, tem que gastar algumas de suas propriedades, é um custo do ataque alienígena. Esses não são benefícios.

É difícil enxergar isso, porque as pessoas envolvidas vêem isso como um “aumento da demanda” por seus serviços e produtos. Os trabalhadores da construção estão felizes em ir ao campo todos os dias às 08:00 ao invés de dormir, porque agora eles “tem um emprego.”

No entanto, quando pressionamos um pouco a análise e perguntamos por que é bom ter um emprego, a resposta não é que eles querem se manter em boa forma. A resposta, claro, é que eles ganham um salário com o qual podem comprar outros bens e serviços.

Conclusão

Nós encerramos a argumentação. Os keynesianos supõem que uma economia de mercado pode ficar presa em uma “armadilha de liquidez”, na qual os ganhos mutuamente vantajosos do comércio não estão ocorrendo. O possível benefício de invasões alienígenas e ataques terroristas, nessa visão, vem de sua capacidade de alavancar o setor privado para fora desse estado.

No entanto, para aqueles economistas que rejeitam essa noção e, ao invés disso acham que os mercados podem utilizar os recursos eficientemente quando são deixados sozinhos, não há nada de positivo em eventos destrutivos. Embora possamos imaginar situações em que esses eventos conferem benefícios a determinados grupos, liquidamente, a sociedade sempre torna-se mais pobre, porque a necessidade de aplicar mais força de trabalho – apenas para restaurar o status quo em termos de riqueza tangível – é um custo do episódio, e não um benefício. Tudo mais igual, estamos em melhor situação quando as pessoas têm de trabalhar menos para conseguir um determinado nível de riqueza ou fluxo de consumo.


9 Leis Naturais da Economia para entender as relações econômicas e humanas.

1- As pessoas geralmente compram os produtos mais baratos.
As pessoas tendem a comprar os produtos mais baratos para gastar o mínimo possível e desta forma usar o dinheiro restante para outros interesses. Este principio é bastante evidente por si só, no entanto não significa que pessoas sempre façam isso.

2- As pessoas priorizam as necessidades mais urgentes.
Pense numa pessoa que acabou de conseguir o seu primeiro emprego. Os primeiros gastos que ela fará certamente será para satisfazer as necessidades que ela julga mais urgentes naquele determinado momento. Somente após satisfeitas estas necessidades, ela passa então a procurar satisfazer outros desejos. Cada individuo conhece bem suas necessidades pessoais e, assim, toma as decisões que achar melhor para si.

3- Teoria do valor subjetivo.
O valor dos bens (produtos e serviços) está na mente de cada pessoa. A teoria do valor subjetivo afirma que o valor dos bens depende da avaliação subjetiva dos consumidores: é desta forma que os preços são estabelecidos no mercado. Se, por exemplo, um empreendedor quer vender um aparelho de som, ele primeiro constrói um protótipo e realiza uma enquete entre diversas pessoas para perguntar o quanto as pessoas aceitariam pagar pelo produto. As pessoas respondem, depois o empreendedor faz o calculo dos custos de produção. Se o custo de produção ficar bem abaixo do valor avaliado pelos consumidores, o empreendedor então leva o seu projeto adiante e põe o seu aparelho de som no mercado à venda. Se o produto vender bem é sinal que ele acertou no preço que os consumidores aceitariam pagar, caso contrário, ele terá que admitir que errou em suas estimativas e então baixar os preços até que as suas vendas melhorem significativamente. Da mesma forma, o contrato de trabalho segue também esta lei. O contratante julga que o serviço prestado por seu funcionário vale mais do que está gastando com ele e, da mesma forma, o funcionário julga que seu salário vale muito mais do que o serviço que está prestando ao seu chefe ou cliente. Assim concluímos que não há exploração trabalhista, pois ambos saem ganhando nesta troca e, certamente, ambos estariam em piores situações se tais trocas não ocorressem. A teoria do valor subjetivo também explica porque medidas intervencionistas visando tabelar o preço dos produtos sempre irão fracassar: o governo não é onisciente, ele não tem como saber o valor que os vendedores e compradores estão dispostos a atribuir a algum bem.

4- Um bem torna-se econômico somente devido sua escassez.
Como o valor de um bem depende da avaliação subjetiva de quem o procura, a consequência é que quanto mais raro mais valor ele terá e, obviamente, mais alto será seu preço. É por este motivo que metais raros possuem alto valor ao passo que árvores não possuem valor algum no Brasil. Na Amazônia, o preço da água é baixo devido sua abundância; já em Singapura tem pouca água potável, você consegue imaginar o preço da água lá?

5- A quantidade de bens produzidos é inversamente proporcional ao seu valor.
Da lei anterior decorre que quanto maior a quantidade de um bem produzido, menor será seu valor no mercado e, certamente, quanto menos um bem for produzido maior será seu valor. Este é um dos motivos que pode fazer a reforma agrária ser um desastre: latifundiários que produzem em larga escala põem no mercado bens baratos ao passo que pequenos latifundiários que produzem menos terão que aumentar o preço dos seus produtos para obter seu desejado lucro causando prejuízos aos consumidores em geral. O dinheiro, que é um objeto de troca, também obedece a esta lei: quanto mais dinheiro no mercado mais ele ficará desvalorizado perdendo seu poder de compra, é o que chamamos de inflação.

6- Uma empresa só terá sucesso no mercado se satisfazer as necessidades dos clientes.
Imagine alguém querendo abrir um negocio, por exemplo, um restaurante vegetariano numa cidade onde o povo adora carne e não possui interesse algum em consumir comida vegetariana. É óbvio que este empreendimento irá fracassar totalmente. Assim é fácil concluir: a demanda surge antes da oferta. Se uma empresa oferta bens onde não há demanda, ela está destruindo recursos, destruindo riqueza.

7- Um empreendimento só será levado adiante se gerar lucro.
O lucro é a mola propulsora de qualquer sistema econômico. É através do lucro que os empresários pagam seus funcionários, compram mercadorias melhores, máquinas mais eficientes que barateiam a produção etc. É o lucro que indica que as necessidades dos consumidores estão sendo satisfeitas e que o empreendedor está gerando riqueza a todos os envolvidos no processo de troca; E de maneira diametralmente oposta, o prejuízo indica que o empreendedor está gerenciando mal os seus recursos e, portanto, destruindo riqueza que poderia ser melhor empregada em algum outro setor mais exigido pelos consumidores. Destas observações podemos extrair uma pergunta conveniente: se os empresários não demonstram interesse em determinado empreendimento, porque o governo deveria levá-lo adiante gastando inutilmente o dinheiro público com obras que não agregam riqueza à sociedade?

8- Lei da preferência temporal.
As pessoas, geralmente, preferem ter um bem no presente do que esperar para tê-lo no futuro. Este é o fator que causa o juro. Como a inflação é sempre crescente, os bancos criam o juro para se proteger dela.

9- A livre concorrência entre as empresas baixam os preços dos produtos e dos serviços.
Quando diversas empresas disputam o mesmo setor, aquelas empresas que tiverem poucos clientes baixarão os preços dos seus produtos e serviços para atraí-los. Desta forma, as empresas rivais que perderem clientes irão fazer o mesmo: baixar preços para atrair os consumidores. Assim, o preço dos bens irá cair até atingir o valor mais baixo que o mercado permitir. Este é o motivo pelo qual a privatização dos setores de saúde, educação e outros, com um sistema de Vouchers, seria benéfico para todos, principalmente os mais pobres.


Estado Mínimo. Uma visão simples para qualquer um entender como combater a corrupção.

A premissa básica que você deve saber para entender este pequeno texto é a seguinte: O Estado é sustentado com os nossos impostos (dinheiro público). Assim, quanto mais Estado (Empresas e bancos estatais, assistencialismo exclusivo como voto de cabresto ou assistencialismo desnecessário, funcionários públicos, comissionados, ministérios…) mais impostos a população terá que pagar. Creio que a maioria das pessoas já tenha percebido que quanto maior é o Estado, maior é a roubalheira do dinheiro público, não é verdade?

impostos

Atualmente no Brasil temos 25 ministérios, sendo 21 ministérios, cinco secretarias e órgãos com status de ministério (uma secretaria, três órgãos ligados à Presidência da República e um ligado ao Ministério da Fazenda), 513 deputados federais, 81 senadores. Sem contar os milhares de vereadores espalhados pelos municípios do país, órgãos e secretarias estaduais e municipais em cada Unidade Federativa. Tenho certeza que você imagina a roubalheira que deve ser um país com excesso de Estado feito o Brasil (a maioria dos ministérios, órgão e secretarias são instituições inúteis que servem apenas como cabide de empregos dos “companheiros”). Agora tente imaginar um país com apenas 5 ministérios e 27 senadores. Certamente seria um país menos corrupto não acha? É uma questão de lógica: quanto mais Estado e funcionalismo público maior é a quantidade de dinheiro público desviado em corrupção; e quanto menos Estado menor é a corrupção. Este é um fato auto-evidente que muitas pessoas parecem não enxergar mais.
Portanto, se você eleitor pretende lutar contra a corrupção, uma dica:
Vote em políticos que apoiam o Estado-Mínimo! Atualmente contamos com Marcel van Hattem do PP, Ronaldo Caiado do DEM entre outros políticos. Contamos também com dois partidos que vieram com o ideal Liberal, o Partido Social Liberal (que está sendo reformulado pelo LIVRES) e o Partido NOVO.

Que os Liberalismos econômico e individual venham com tudo!


20 canções liberais/libertárias que você nem imaginava que fossem.

O título já diz tudo não é? Então, sem mais delongas, eis as 3o canções inspiradas no Liberalismo/Libertarianismo:

01 – Beatles – Taxman

“Se você dirige um carro, eu vou tributar a rua / Se você tentar se sentar, eu vou tributar o seu lugar / Se você ficar muito frio, eu vou tributar o calor / Se você tomar uma caminhada, eu vou tributar seus pés”

 

 02 – The Kinks – 20th Century Man

Crítica ao Welfare State. “Eu nasci em um estado de bem-estar, regido pela burocracia, controlado por funcionários públicos, e as pessoas vestidas de cinza, não tenho privacidade, não tenho liberdade, porque as pessoas do século XX levaram tudo para longe de mim”

 

03 – The Offspring – Why Don’t You Get a Job?

A música é uma forma de crítica à reforma da previdência feita pelo Democrata Bill Clinton. Também falam sobre a falta de vontade que as pessoas tem de procurarem um emprego, pois preferem mamar nos programas de assistência social do governo.

 

04 – Body Count – Freedom of Speech

O que a esquerda mais quer cortar. É sobre isso que o rapper Ice-T fala nessa música, uma pedrada na cabeça!

 

05 – Creed – One

Música da banda de rock alternativo/pós grunge, Creed, que crítica o “sistema de cota”. Na letra, pedem para não se julgar as pessoas por sua cor de pele, sexualidade ou gênero, e sim como indivíduo.

 

06 – Scorpions – Wind of Change

Canção sobre a queda do muro de Berlim, o fim do socialismo, o fim da guerra fria e a reunificação da Alemanha.

 

07 – Cheap Trick – Taxman (Mr. Thief)

Na música, a banda Cheap Trick, critica a quantidade de impostos que têm que ser pagos ao governo, demonstrando como a alta cobrança de impostos prejudica as classes mais pobres da sociedade.

 

08 – Marshall Tucker Band – Propriety Line

Canção que defende a Liberdade, Vida e Propriedade.

 

09 – Sammy Hagar – I Can’t Drive 55

Crítica ao estado-baba e aos limites de velocidade.

 

10 – The Rainmakers – Government Cheese

Um clássico do rock que critica o estado de bem estar social. “dê a um homem uma casa livre e ele vai justo para fora das janelas.”.

 

11 – Creedence Clearwater Revival – Who’ll Stop The Rain

Canção que fala sobre a Guerra no Vietnã e o quanto isso é ruim e também critica o ativismo liberal no Estados Unidos. Lembrando que Liberal lá significa ser de esquerda, só pra lembrar mesmo. “planos quinquenais e novos negócios, envoltos em correntes douradas

 

12 – The Rolling Stones – You can’t always get what you want

A música fala sobre a sociedade onde nem tudo é perfeito e nem todos os problemas podem ser resolvidos, mas que as pessoas boas existem e que “não existe almoço grátis”.

 

13 – Aerosmith – Janie’s Got a Gun

Canção que defende o porte de arma para o cidadão e principalmente para as mulheres.

 

14 – Joe Jackson – Obvious Song

Música em defesa do desenvolvimento econômico e contra o socialismo: “havia um homem na selva, tentando fazer face às despesas e encontrou-se um dia com um machado na mão, Quando uma voz disse: Amigo, você pode poupar aquela árvore, pois nós temos que salvar o mundo – começando com a sua terra, era um cantor milionário dos EUA e fez o sinal de três para o galão em um grande carro branco e ele cantou ‘til e poluiu o ar e soprou um monte de fumaça de um charuto cubano.”.

 

15 – Oingo Boingo – Capitalism

“Não há nada de errado com o capitalismo, Não há nada de errado com a livre iniciativa. . . . Você é apenas uma riquinha, pirralha socialista, de uma família suburbana e você nunca realmente teve que trabalhar.”.

 

16 – Led Zeppelin – The Battle of Evermore

“a cara do inimigo é vermelha.”. Precisa escrever algo mais?

 

17 – The Clash – Rock The Casbah

O punk rock provocativo dos ingleses do The Clash critica os países islâmicos e faz graça de seus ritos, tudo em razão da proibição do rock no Irã feita pelo Aiatolá Khomeini, depois da Revolução Islâmica de 1978. A música é tão provocativa ao islamismo que, depois do 11 de setembro, o Departamento de Estado dos Estados Unidos sugeriu que as rádios evitassem tocar a música. Por outro lado, o sistema de radiodifusão do exército britânico (a estação de rádio para as tropas britânicas que serviram no Iraque) disse que a música era uma das mais pedidas pelos militares britânicos. Eu não sabia sobre isso, foi novidade pra mim. Vi lá no Instituto Liberal sobre isso. Esse texto foi kibado descaradamente de lá hahaha.

 

18 – Living Colour – Cult of Personality

Na música, a banda cita ditadores como Benito Mussollini, Adolf Hitler, Josef Stalin e John Fritzgerald Kennedy, fazendo uma crítica ao culto a personalidade. Esquerdistas amam cultuar bandidos, ditadores e populistas. Uma vergonha!

 

19 – The Eagles – Get Over It

Canção que critica o Vitimismo e o quanto isso incomoda as pessoas.

 

20 – Rush – The Trees 

Crítica a propaganda da igualdade feita por esquerdistas.  “As árvores são mantidas todas iguais, por machado e serra”.

BÔNUS x3

Neil Peart, baterista da banda Rush, descobriu os livros da novelista e o objetivismo de Ayn Rand. Suas anotações tornaram-se uma significante influência filosófica em Neil e para a banda também, à medida que ele achou muitas anotações sobre a inspiração individualista e sobre o objetivismo. Referências à filosofia de Rand pode ser encontrada nas suas letras, principalmente em “Anthem” e “2112”.

Essa é longa, então preparem-se:

Pra finalizar deixo aqui um funk libertário. É gente, It’s happening haha.


35 exemplos de como a tecnologia e o livre mercado tornam nossa vida melhor. Ou 35 maneiras para irritar o estado e o corporativismo.

35 maneiras

1) Airbnb ( https://www.airbnb.com.br )
Esse serviço permite às pessoas alugar suas casas por alguns dias. Ele oferece preços competitivos, comparados aos de hotéis, e evita todo o aparato regulatório, controles de zoneamento, monopólios de sindicatos e outras barreiras de entrada. Atualmente, aqui no brasil, o governo estuda a regulamentação desse aplicativo que facilita a vida de quem viaja, se isso acontecer, já sabem não é?

2) Uber ( https://www.uber.com )
Os táxis têm as suas licenças, as quais fazem subir as tarifas. O Uber permite contornar esse sistema, encontrando corridas em carros limpos e com melhores tarifas – tudo enquanto motoristas não licenciados são avaliados por sua reputação. Atualmente alguns políticos de esquerda estão em defesa do Uber, mas não se iluda, eles apenas querem a regulação do aplicativo, tornando o serviço mais caro e sem competição.

3) Bitcoin ( https://bitcoin.org/pt_BR/comecando )
O governo arruinou o dinheiro há muito tempo. O mercado produziu uma cripto-moeda. Isso pode significar a morte do euro, do dólar e de outras moedas. Particularmente ainda não confio muito nessa alternativa, mas quem sabe pode vir a ser uma saída. Muitas lojas e sites aceitam o Bitcoin como forma de pagamento.

4) Planos de saúde direto com o médico
Devido à cargas pesadas de impostos, clínicas e planos de saúde são caríssimos em nosso país. Muitos médicos querem oferecer serviços de saúde sem o aparato estatal. Pague-o antecipadamente ou quando for usar e garanta um tratamento de confiança e qualidade. Você também pode ir até o item 34 e conhecer o aplicativo DocWay.

5) E-mail (Gmail, Hotmail, Yahoo…)
O processo de destruição dos Correios como um fornecedor monopolista de correspondências é praticamente um negócio feito. Demorou 20 anos, mas agora o e-mail é o correio de primeira classe. Enquanto isso, o serviço do governo perde muito dinheiro a cada ano. Tal provedor poderia sobreviver por décadas como um monopólio subsidiado por impostos. Mas o mercado segue em frente.

6) Bitmessage (https://bitmsg.me/ )
Quer fugir do estado de vigilância? Bitmessage é perfeito, com comunicações criptografadas, substitui muito bem o e-mail.

7) Empréstimos de pessoas para pessoas
Prosper e o Lending Club deixam as pessoas evitarem os grandes bancos e financiarem em conjunto, como tomadores e credores. Onde há comunicação, há negócios sendo fechados. Conhece alguém de confiança que pode fechar um acordo de empréstimo com você? Não perca tempo e fuja dos bancos!

8) Redes sociais (Facebook, twitter, instagram, Skype, Youtube)
Além de diminuir a distância entre você e seu amigo do outro lado do mundo, a rede social pode ser usada para atazanar políticos demagogos, populistas e hipócritas, como esses que temos no Brasil e ainda derruba-los.

9) Arbitragem privada (https://www.net-arb.com/ )
Se você tem uma disputa com alguém, o ultimo lugar em que você quer parar é no matagal do sistema judiciário do governo. As pessoas estão optando pela arbitragem privada. A arbitragem privada pode não ser nenhuma novidade, mas a sua confiabilidade é. Infelizmente não encontrei algo parecido no Brasil.

10) Turismo/Exploração espacial (http://www.xcor.com/ )
XCor, SpaceX, e muitos outros grupos estão entrando na corrida especial privada. Eles estão fazendo o que a NASA faz – somente melhor, mais rápido e mais barato.

11) TOR/Deep Web (https://www.torproject.org/ )
Esse navegador para a web criptografada rejeita seu endereço originário de IP por todo o planeta. Desse modo você pode acessar anonimamente.

12) Publicação Universal
Em um ponto, algumas pessoas mantiveram as condutas primárias de informação. Blog e publicação na Web tornam mais fácil a auto expressão. A censura tornou-se quase impossível. Os jornais estão finalmente demarcando seus territórios online. Mas eles estão perdendo o controle das condutas primárias de informação. O Tumblr sozinho tem mais de 50 milhões de editores únicos.

13) WhatsApp
Um aplicativo para celular que permite que você mande mensagens e faça ligações sem custo algum, basta apenas ter internet. Infelizmente no corporativismo brasileiro as empresas de telefonia já estão reclamando disso e não sei se irá durar muito nossa alegria.

14) Netflix /Popcorn Time (http://popcorntime.com.br/ )
Todos já conhecem o Netflix, uma empresa que não é regulada (por enquanto) e oferece um serviço de streaming sensacional por apenas 19,90 por mês. Infelizmente empresas já estão reclamando e querem que o netflix seja regulado. Como alguém defende o governo? Tira tanto de nós, que trabalhamos e que deveríamos decidir o que fazer com nosso dinheiro, mas sempre tem algum esquerdista ignorante para fazer um desserviço ao indivíduo.
Caso você não queira pagar pelo netflix, o mundo virtual oferece o Popcorn Time que é uma multi-plataforma, open source do BitTorrent, que inclui um player de mídia de alta qualidade. Ao invés de streaming de cópias não autorizadas de filmes usando o Bittorrent, o Popcorn Time usa um upload e download sequencial para exibir os filmes diretamente em seu player de mídia.

15) Descriminalização das drogas
Os estados estão relaxando suas proibições sobre a maconha. Está se tornando cada vez mais claro que a guerra contra as drogas está perdida e que algumas drogas, como a maconha, têm valor terapêutico real. Independentemente disso, a proibição é uma missão de tolos e medidas punitivas são cada vez mais vistas como cruéis e desnecessárias. Havia um site chamado Silk Road onde a compra de drogas e até medicamentos ilícitos era fácil e confiável, mas não encontrei ele e algum outro.

16) Expatriação
Às vezes, se você não gosta de algum lugar, você pode sair. É mais fácil encontrar lugares melhores, seja em razão do clima, tributação ou cultura. A opção de ir embora está aí e mais pessoas estão se aproveitando dela do que nunca, principalmente em lugares como Cuba e China, onde a população foge para os Estados Unidos e Hong Kong respectivamente.

17) Educação privada e Homeschooling (http://www.hslda.org/hs/ )
Se você não gosta das escolas governamentais, tire suas crianças de lá. Milhões de famílias estão fazendo isso. Algumas estão formando cooperativas virtuais e obtendo conteúdo de fontes online como a americana citada ao lado do título do tópico. É uma ótima forma de desviar da doutrinação de esquerda. Infelizmente no Brasil a educação domiciliar não é permitida. Encontrei esse site brasileiro de homeschooling http://www.aned.org.br/portal/index.php/ensino-domiciliar e não consegui muitas informações a respeito de regulação. O ideal seria que os pais fossem livres para contratar professores particulares de sua confiança para ensinar seus filhos, mas como sabem, nosso país não é livre!

18) Educação Online
Você está em busca de uma verdadeira educação ou um mecanismo de sinalização? O site http://mooc.org/ e outras fontes online (como a Khan Academy.org) estão reduzindo os custos da educação — longe dos grupos inflados da educação superior e dos campos de doutrinação que usam dinheiro público. No Brasil existem opções como o IPED e o PrimeCursos. Não consegui informações se há alguma regulação por trás.

 

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19) Tabaco e Cerveja
Fumar um cigarrinho e tomar uma cervejinha de qualidade é algo caro hoje em dia não é? Felizmente existem produtores de cerveja e cigarros não regulamentados. Nesse caso não poderei citar, mas posso deixar essa chama viva para quem gosta de algo com qualidade sem a demasiada química encontradas em ambos. Uma ótima opção também é o “faça você mesmo”, usado por bandas de rock (que por incrível que pareça, usam esse sistema totalmente e verdadeiramente capitalista, mas são anti capitalistas) para conseguir dinheiro para o próprio sustento e produção de cds, mas que pode ser usado para consumo próprio de tabaco e cerveja. Agora, como driblar os impostos da matéria prima? Da mesma forma, fazendo você mesmo ou comprando de pessoas não reguladas que tem a plantação.

20) Produção do próprio alimento
Outra opção é a produção do próprio alimento. Caso não queira produzir, poderá comprar de outras pessoas que produzem de uma forma não regulamentada. Claro que isso não significada que o estado não cuidará para que esse produtor ou você sejam localizados e “ferrados”. (risos)

21) Mercado de Trocas Voluntárias
Se você pode trocar bens ou serviços diretamente, é melhor abandonar a burocracia. Você doa o tempo de programação, eu vou lhe dar espaço na web. Você promove o meu produto, eu promovo o seu. Se o dinheiro não muda de mãos, você pode evitar todos os tipos de problemas com o governo. O mercado de trocas voluntárias tornou-se uma resposta natural ao cobrador de impostos. Creio que podemos até incluir olx.com.br e o mercadolivre.com.br, pois além de vender, você pode trocar, facilitando a vida de muitos consumidores.

22) Spotify
O site oferece três opções de serviço: escutar músicas pela internet gratuitamente e com publicidade, assinar um pacote para ouvi-las sem publicidade, ou contratar o modelo premium e ganhar acesso às músicas através de um aplicativo para escutá-las através de qualquer dispositivo móvel.

23) Crowdfunding (https://www.catarse.me/ e http://www.kickante.com.br/ )
Se você precisa de dinheiro para iniciar um negócio, você pode contornar a tigela virtual para implorar por dinheiro. Mas não pode ser apenas com qualquer coisa velha. Você tem que convencer a multidão a abrir mão dos seus recursos. Mas essa pode ser uma barreira bem menor a ser ultrapassada do que prender a atenção de investidores de risco ou pedir um financiamento no seu banco que foi resgatado pelo governo. O MELHOR DE TUDO: É VOLUNTÁRIO E A ARMA ESTATAL NÃO TE OBRIGA A DOAR NADA. Vence quem tem boas ideias e melhor lábia.

24) Empreendedorismo Social
O Estado de bem-estar social tende a tornar as pessoas suplicantes dependentes. A ajuda externa também. Mas empreendedores com causas sociais estão criando melhores formas de ajudar os pobres, usando seu próprio dinheiro e não o dinheiro público, desde micro finanças ao retorno das sociedades de ajuda mútua, como as cooperativas de saúde cristãs, criadas com dinheiro dado voluntariamente pelos fieis. O setor de empreendedorismo social está desfrutando um renascimento permitido pela tecnologia apesar do Estado, isso no exterior. No Brasil há sede de voluntarismo, mas a carga tributária e a falta de liberdade apenas dificultam. Os que conseguem ficam sempre com má fama graças a sombra da imagem opressora capitalista causada por militantes de esquerda.

25) Planejamento Fiscal
Os geradores de valor estão cansados de ter seus lucros roubados por pessoas com as armas e as prisões. A Apple, por exemplo, utiliza um planejamento fiscal multinacional tão complicado que meros mortais não conseguem entendê-lo. O resultado: capital extra para tornar o iPhone ainda mais desejado. Os políticos lamentam, mas os consumidores aplaudem. Encontrar uma maneira de driblar governos inchados e com alta carga tributária, é uma forma justa de lidar com toda a situação.

26) Offshoring e Inshoring
Às vezes os impostos sobre as empresas, controles de sindicatos e o controle regulatório são simplesmente insuportáveis. As corporações dos EUA levam sua produção para outros lugares (atualmente os Estados Unidos têm a maior taxa de imposto sobre as corporações no mundo, considerando-se também os impostos estaduais), mesmo com empresas estrangeiras buscando lugares para local único para as melhores instalações de produção nos Estados Unidos (longe de altos impostos e cartéis de sindicatos).

27) Carrinho de comida de rua/Food Truck
Restaurantes adoram regulamentações, porque eles podem pressionar seus concorrentes. É por isso que as cidades que toleram a cultura dos carrinhos de comida de rua estão dando a esses restaurantes uma competição dura. Se você aguenta comer seu hot dog em um banco de parque, pode valer a pena ir a um food truck – a última novidade em micro empreendedorismo. Eles estão muitas vezes na vanguarda da experimentação e variedade.

28) Bandcamp (http://bandcamp.com/ )
Tem uma banda e quer vender seu CD na internet? Conheça o bandcamp.

29) Amazon.com ( http://amazon.com/ )
Amazon é uma empresa multinacional de comércio electrónico dos Estados Unidos com sede em Seattle, estado de Washington. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. Ps: A Saraiva odeia a Amazon, pq será?

30) Casino/Jogo do Bicho
Não são regulados pelo estado e são totalmente proibidos e caso encontre um irregular e goste desse tipo de jogo aproveite e boa diversão só cuidado para não perder até as calças. Não me informei muito sobre, mas parece que está liberado Casino ou vão liberar, mas você sabe né, só pra arrecadação de impostos, o governo quer mais que você se foda. Nunca acredite quando um governo diz que cria leis para te proteger, proteger de você mesmo hahahaha ai ai!

31) Shippify ( http://shippify.co )
É um serviço de entrega que promete ser mais rápido e eficiente por conta de de três aspectos: 1) Trabalham com uma rede colaborativa de entregadores, onde qualquer pessoa (ciclista, taxista, motoboy ou qualquer um que tenha carro) pode trabalhar entregando os encomendas e ganhando uma comissão por isso. 2) Têm um aplicativo móvel para acompanhar as entregas. 3) A interface é adaptável a qualquer site de e-commerce. Mais um pesadelo para o monopólio estatal chamado Correios.

32) Nubank Brasil ( http://nubank.com.br )
Para quem sabe que tecnologia e design são melhores do que agências e papelada – controle total dos seus gastos no seu celular com o Cartão Nubank.
Um banco que oferece um cartão platinum international, com um juros 4 x menor que dos bancos que conhecemos e com anuidade ZERO! Creio que não preciso dizer mais nada né? Essa start-up está revolucionando e incomodando muito peixe grande por aí.

33) Aluni ( http://aluni.me )
Sabe o netflix? Então, imagina um site cheio de conteúdo (matemática, administração, palestras etc) em vídeo aula, no melhor estilo netflix, aulas estas oferecidas por professores graduados, pós graduados e mestres em grandes faculdades do Brasil e dos Estados Unidos por apenas 15 reais por mês, imaginou? Nem preciso dizer nada mais né? Acessem e confiram vocês mesmos!

34) DocWay ( http://docway.co )
A Docway é o aplicativo que leva o médico onde estiver! Sem filas, sem burocracia, sem esperas. Não perca mais tempo em pronto-atendimentos ou esperando por uma consulta com um especialista. Você entra no aplicativo, escolhe a especialidade e faz o agendamento. Se precisar de um atendimento de urgência, eles possuem um médico de plantão para lhe ajudar. O pagamento pode ser feito direto pelo app!

35) BlablaCar ( http://blablacar.com.br )
É a maior plataforma de viagens compartilhadas do mundo, conecta condutores com lugares vazios a passageiros viajando para o mesmo lugar.
É galera, fico por aqui, vamos aproveitar e sempre que possível dar um olé na regulamentação e leis inúteis que existem por aqui.

“Mas quanto tempo o Estado será capaz de acompanhar o ritmo vertiginoso da inovação, já que desta hidra da desobediência civil brota duas cabeças no lugar de qualquer uma cortada? A menos que o Estado fique muito repressivo rapidamente (e todos nós estamos preparados para deixá-los), os seus funcionários não serão capazes de controlar os enxames e os vendavais de destruição criativa que eles trazem. Este é o nosso presente. Este é o nosso futuro.” – Jeffrey Tucker


5 motivos para ser contra a Estatização.

Como é possível a população no geral depositar tanta confiança no Estado e nos serviços oferecidos por ele? De uma forma bem simples e direta apresentarei cinco pontos para você tentar enxergar o quanto os serviços estatais podem ser (e em sua maioria são) altamente prejudiciais à sociedade.

impostos

1- Altos Impostos:

Quando o governo é dono das empresas ligadas à economia, estas sempre sofrem com corrupção ou ineficiência por partes de seus servidores. A corrupção ou gastos, devido mal exercício dos funcionários públicos, sempre geram um déficit que, pra ser pago, o governo sempre recorre aos tributos fazendo o cidadão pagar a conta através de impostos. Um exemplo de imposto para cobrir rombos estratosféricos causados no governo Dilma é a CPMF. Esforços não faltam para que o tão temido imposto assombre a vida do trabalhador e contribuinte.

Monopoli

2- Monopólio:

É curioso como os amantes do estado criticam as empresas capitalistas que exercem monopólio, mas julgam que seria melhor que o estado monopolizasse tudo: correios, educação, saúde etc. Será que eles não percebem a tirania que o monopólio estatal representa? Como o governo detém o monopólio do serviço, ele pode cobrar a taxa que quiser e oferecer o produto mais porco que desejar. Há aqueles que dizem que para melhorar o serviço público só precisamos “investir mais nos servidores” dando a entender que se aumentarmos o salário dos funcionários públicos para 20 mil reais para cada um, logo os serviços públicos se tornarão uma “maravilha”. Você não é tão ingênuo a ponto de acreditar nisso, é?

Monopoli

3- Ineficiência:

As entidades estatais (bancos, empresas etc) são, na verdade, verdadeiros cabides de empregos nas quais os políticos colocam dentro delas todos os amigos e parentes que quiserem (ao contrário de empresas privadas que só contratam funcionários técnicos especializados justamente por visarem à eficiência).

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4- Corrupção:

É sempre assim, as empresas estatais sempre se envolvem em escândalos de nepotismo, fisiologismo, peculato (fora as constantes greves feitas todos os anos). E isso é preocupante porque essas empresas são sustentadas com nossos impostos. Por isso devemos privatiza-las, pois empresas privadas não são sustentadas com impostos e em um sistema de livre concorrência nós consumidores decidimos qual o fim das concorrentes. O consumidor dita as regras. Quem cai, quem fica, quem alcança o sucesso e por aí vai.

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5- Ausência de punição por péssimos serviços:

Se uma empresa privatizada oferece péssimos produtos e serviços ou preços altos ela é punida pelos consumidores que deixarão de comprar seus produtos e serviços. Já as empresas estatais continuam lá oferecendo o que há de pior e ainda somos obrigados a nos contentar com esses péssimos serviços. Na empresa privada o péssimo desempenho ou corrupção é punido com demissão enquanto na empresa estatal raramente um funcionário é punido.

 

Cinco pontos simples que podem ajudar muita gente a esquecer toda essa demonização que foi causada pela esquerda brasileira. E aí, qual time vai jogar? #TeamPrivado ou #TeamEstatal ? #TeamCapitalism ou #TeamSocialism? 🙂

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As mentiras desonestas sobre o Capitalismo

No dia 30 de julho eu fiz uma postagem aqui no blog falando sobre a fragilidade do Capitalismo e as condições para sua sobrevivência. Agora partirei para algo que é completamente destrutivo em relação ao Capitalismo: as mentiras sobre ele contadas nas escolas e outros espaços públicos.

Que o ensino no Brasil é extremamente decadente é bem verdade e os próprios brasileiros reconhecem este fato. Porém a situação fica ainda pior quando se aborda o tema “Capitalismo” nas escolas. Os estudantes sofrem um ataque de mentiras que mais se assemelha a uma “lavagem cerebral”, tamanha é a desonestidade intelectual dos professores.
1- O Capitalismo tem que ser controlado pelo Estado:
Essa sem dúvida é a mentira mais perversa de todas. Os economistas austríacos foram bastante eficazes em mostrar que o melhor Capitalismo é o liberal, ou seja, aquele em que o Estado não interfere na economia, ou interfere minimamente. A intromissão do Estado na economia é extremamente maléfica e isso pode ser facilmente observado quando o Estado aumenta os impostos, deixando os produtos mais caros e empobrecendo a população ou quando manipula a verdadeira taxa de juro causando distorções no mercado. Quanto mais livre for a negociação entre as pessoas e menos interferência estatal nestas relações, melhor será para as partes envolvidas. Aconselho a leitura dos livros “As seis lições” de Ludwig von Mises e “a economia do intervencionismo” de Fábio Barbiere.
2- O Capitalismo é um sistema excludente: 
No capitalismo você pode abrir o seu próprio empreendimento e tornar-se empresário quando desejar, basta oferecer um bem (produto ou serviço) que os consumidores tenham interesse. Se não tiver dinheiro suficiente para iniciar o seu negócio, um banco pode lhe emprestar. Cada vez que novos empreendimentos são inaugurados, novas pessoas serão contratadas e sairão da zona de desemprego. Os esquerdistas são obrigados a admitir que o Capitalismo é mais inclusivo do que o Socialismo e isso é um fato incontestável.
3- No Capitalismo só o que importa é o lucro:
O lucro é o fator que determina se uma empresa está indo bem e criando riqueza, ao passo que o prejuízo demonstra que ela está indo à falência. Então, é o lucro que guia a ação empresarial de maneira saudável. Eu duvido se alguém no mundo aceitaria trabalhar sem receber o seu merecido lucro. Não devemos esquecer que é através do lucro que os empresários: pagam seus funcionários, renovam estoques, compram máquinas para tornar a empresa mais eficiente e os produtos mais baratos ao consumidor final. O que se conclui na verdade é que o lucro é o fator que gera a prosperidade em qualquer sociedade.
4- O Capitalismo criou as desigualdades sociais:
Muito pelo contrário, foi o capitalismo que acabou com as desigualdades sociais. Na antiguidade, as sociedades eram divididas em classes sociais (normalmente: a nobreza e o povo pobre) e não havia mobilidade social, ou seja, quem era pobre viveria e morreria pobre; e quem era rico viveria e morreria rico. Com a chegada do Capitalismo qualquer pessoa pode tornar-se um empresário. Assim, quem é pobre tem a chance de ficar rico e quem é rico pode ficar pobre da noite para o dia se agir de maneira irresponsável no mercado.
5- O Capitalismo é um sistema altamente poluidor:
Estudos ambientais mostram que o Socialismo é, na verdade, muito mais poluidor do que o Capitalismo. A China, por exemplo, é considerada um dos países mais poluidores do mundo! Fora esta constatação, devemos olhar o que a tecnologia, fruto do capitalismo, vem promovendo em termos de produtos que protegem o meio ambiente: garrafas recicláveis, carros elétricos, ventiladores eólicos, placas solares para obtenção de energia elétrica limpa, computadores e pen-drives que impedem a destruição de milhares de árvores para criação de folhas de papéis etc. Não há dúvidas: o Capitalismo é o sistema que mais protege o meio ambiente.
6- O Capitalismo explora os trabalhadores:
No livre mercado, as pessoas somente realizam trocas quando ambas sentem que sairão ganhando durante este processo. Assim, os empresários desejam obter funcionários para fornecer aos consumidores os serviços e produtos que eles desejam, ao passo que os trabalhadores trocam livremente sua força de trabalho por um salário que tanto desejam. Assim ambos saem ganhando: empresários conseguem mão de obra e os trabalhadores conseguem um salário. Se os trabalhadores aceitam o salário que a empresa lhe oferece é sinal que ele entende que este novo salário o deixará em melhores condições de vida do que antes. A ideia de “exploração do trabalhador” já foi refutada pelos economistas austríacos Carl Menger e Eugen von Böhm-Bawerk. Se desejar saber mais procure os livros “Princípios de economia política” e “a teoria da exploração do Socialismo-Comunismo” dos respectivos autores.
7- O Capitalismo gera o consumismo:
Ninguém obriga ninguém a consumir. Por acaso existe algum empresário apontando uma arma para a sua cabeça te obrigando a consumir? Os indivíduos compram produtos porque querem, eles são livres para comprar ou evitar comprar. Cabe a eles fazer escolhas, ser responsáveis e arcar com as consequências de suas atitudes diante do mercado.
8- O Capitalismo serve somente para a “elite”:
Se isso fosse verdade não existiriam lojas que vendem produtos a preços bem baixos tais como as de 1,99 R$. O objetivo dessas lojas é justamente fazer com as classes mais baixas possam obter produtos a um preço pequeno. Da mesma forma, as privatizações sempre fazem os preços dos serviços baixarem, pois os empresários que entram no ramo anseiam obter o máximo de clientes possível e aniquilar os rivais, mas para conseguir tal façanha, ele deve baixar os preços dos seus produtos e serviços a um nível mais popular possível. Após a privatização da telefonia no Brasil, as pesquisas estimam que cada brasileiro possui em média 2 telefones celulares, esta é a popularização do serviço.
Espero que a sua visão a respeito do Capitalismo tenha mudado.

30 exemplos de como a tecnologia e o livre mercado tornam nossa vida melhor. Ou 30 maneiras para irritar o estado e o corporativismo.

O que fazer quando tudo está regulamentado por um estado gordo e inchado? Sabemos que quanto mais estado, menos liberdade, e é motivada nesse ponto que fiz uma pesquisa sobre maneiras de contornar esse “obstáculo estatal” e mostrar como o livre mercado e a tecnologia tornam nossa vida mais simples. Antes mesmo de começar quero agradecer Jeffrey Tucker e o blog Portal Libertarianismo ( http://www.libertarianismo.org/ ) usados como base para nos livrarmos do verdadeiro mal que diminui nossa liberdade de escolha e diminui nosso suado dinheiro conquistado com ideias brilhantes, longas horas de trabalho e muito esforço! Gostaria de agradecer também o artista Rodolfo Gatti ( http://facebook.com/rodolfogatti1 ) por me ajudar na coleta de informações.

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Bem… vamos lá então:
1)Airbnb ( https://www.airbnb.com.br )
Esse serviço permite às pessoas alugar suas casas por alguns dias. Ele oferece preços competitivos, comparados aos de hotéis, e evita todo o aparato regulatório, controles de zoneamento, monopólios de sindicatos e outras barreiras de entrada. Atualmente, aqui no brasil, o governo estuda a regulamentação desse aplicativo que facilita a vida de quem viaja, se isso acontecer, já sabem não é?

1 Airbnb

2) Uber ( https://www.uber.com )
Os táxis têm as suas licenças, as quais fazem subir as tarifas. O Uber permite contornar esse sistema, encontrando corridas em carros limpos e com melhores tarifas – tudo enquanto motoristas não licenciados são avaliados por sua reputação. Atualmente partidos socialistas estão em defesa do Uber, mas não se iluda, eles apenas querem a regulação do aplicativo, tomando assim dinheiro da empresa e aumentando o preço do serviço.

2 Uber

3) Bitcoin ( https://bitcoin.org/pt_BR/comecando )
O governo arruinou o dinheiro há muito tempo. O mercado produziu uma cripto-moeda. Isso pode significar a morte do euro, do dólar e de outras moedas. Particularmente não confio muito nessa alternativa, mas quem sabe pode vir a ser a saída.

3 bitcoin

4) Planos de saúde direto com o médico
Devido à cargas pesadas de impostos, clínicas e planos de saúde são caríssimos em nosso país. Muitos médicos estão deixando essa vida para trás (até onde sei, pelo menos nos Estados Unidos) e oferecendo serviços de saúde sem o aparato estatal. Pague-o antecipadamente ou quando for usar e garanta um tratamento de confiança e qualidade.

4 plano de saude direto

5) E-mail (Gmail, Hotmail, Yahoo…)
O processo de destruição dos Correios como um fornecedor monopolista de correspondências é praticamente um negócio feito. Demorou 20 anos, mas agora o e-mail é o correio de primeira classe. Enquanto isso, o serviço do governo perde muito dinheiro a cada ano. Tal provedor poderia sobreviver por décadas como um monopólio subsidiado por impostos. Mas o mercado segue em frente.

Communication concept

6) Bitmessage (https://bitmsg.me/ )
Quer fugir do estado de vigilância? Bitmessage é a última novidade em comunicações criptografadas, prestes a substituir e-mail.

6 bitmessage

7) Empréstimos de pessoas para pessoas
Prosper e o Lending Club deixam as pessoas evitarem os grandes bancos e financiarem em conjunto, como tomadores e credores. Onde há comunicação, há negócios sendo fechados.

7 empréstimo

8) Redes sociais (Facebook, twitter, instagram, Skype, Youtube)
Além de diminuir a distância entre você e seu amigo do outro lado do mundo, a rede social pode ser usada para atazanar políticos demagogos, populistas e hipócritas, como esses que temos no Brasil e ainda derruba-los.

9) Arbitragem privada (https://www.net-arb.com/ )
Se você tem uma disputa com alguém, o ultimo lugar em que você quer parar é no matagal do sistema judiciário do governo. As pessoas estão optando pela arbitragem privada. A arbitragem privada pode não ser nenhuma novidade, mas a sua confiabilidade é. Infelizmente não encontrei algo parecido no Brasil, mas caso você more no exterior e procure algo do tipo, o net-arb, indicado por um ex colega de trabalho que mora nos Estados Unidos, é muito bom.

9 Arbitragem privada

10) Turismo/Exploração espacial (http://www.xcor.com/ )
XCor, SpaceX, e muitos outros grupos estão entrando na corrida especial privada. Eles estão fazendo o que a NASA faz – somente melhor, mais rápido e mais barato.

10 exploração espacial

11) TOR/Deep Web (https://www.torproject.org/ )
Esse navegador para a web criptografada rejeita seu endereço originário de IP por todo o planeta. Desse modo você pode surfar anonimamente.

11 TOR deep web

12) Publicação Universal
Em um ponto, algumas pessoas mantiveram as condutas primárias de informação. Blog e publicação na Web tornam mais fácil a auto expressão. A censura tornou-se quase impossível. Os jornais estão finalmente demarcando seus territórios online. Mas eles estão perdendo o controle das condutas primárias de informação. O  Tumblr  sozinho tem mais de 50 milhões de editores únicos.

12 publicação universal

13) Whatsapp
Um aplicativo para celular que permite que você mande mensagens e faça ligações sem custo algum, basta apenas ter internet. Infelizmente no corporativismo brasileiro as empresas de telefonia já estão reclamando disso e não sei se irá durar muito nossa alegria.

13 whatsapp

14) Netflix/Popcorn Time (http://popcorntime.com.br/ )
Todos já conhecem o Netflix, uma empresa que não é regulada (por enquanto) e oferece um serviço de streaming sensacional por apenas 19,90 por mês. Infelizmente empresas já estão reclamando e querem que o netflix seja regulado. Como alguém defende o governo? Tira tanto de nós, que trabalhamos e que deveríamos decidir o que fazer com nosso dinheiro, mas sempre tem algum esquerdista ignorante para fazer um desserviço ao indivíduo.
Caso você não queira pagar pelo netflix, o mundo virtual oferece o Popcorn Time que é uma multi-plataforma, open source do BitTorrent, que inclui um player de mídia de alta qualidade. Ao invés de streaming de cópias não autorizadas de filmes usando o Bittorrent, o Popcorn Time usa um upload e download sequencial para exibir os filmes diretamente em seu player de mídia.

14 netflix popcorn

15) Maconha medicinal/descriminalização das drogas
Os estados estão relaxando suas proibições sobre a maconha. Está se tornando cada vez mais claro que a guerra contra as drogas está perdida e que algumas drogas, como a maconha, têm valor terapêutico real. Independentemente disso, a proibição é uma missão de tolos e medidas punitivas são cada vez mais vistas como cruéis e desnecessárias. Havia um site chamado Silk Road onde a compra de drogas e até medicamentos ilícitos era fácil e confiável, mas não encontrei ele e algum outro. Na deep web com certeza você encontrará.

15 drogas

16) Expatriação
Às vezes, se você não gosta de algum lugar, você pode sair. É mais fácil encontrar lugares melhores, seja em razão do clima, tributação ou cultura. A opção de ir embora está aí e mais pessoas estão se aproveitando dela do que nunca, principalmente em lugares como Cuba.

16 expatriados

17) Educação privada e Homeschooling (http://www.hslda.org/hs/ )
Se você não gosta das escolas governamentais, tire suas crianças de lá. Milhões de famílias estão fazendo isso. Algumas estão formando cooperativas virtuais e obtendo conteúdo de fontes online como a americana citada ao lado do título do tópico. É uma ótima forma de desviar da doutrinação de esquerda. Infelizmente no Brasil a educação domiciliar não é permitida, se fosse, seria regulada. Encontrei esse site brasileiro de homeschooling http://www.aned.org.br/portal/index.php/ensino-domiciliar e não consegui muitas informações a respeito de regulação, mas fica a dica. O ideal seria que os pais fossem livres para contratar professores particulares de sua confiança para ensinar seus filhos, mas como sabem, nosso país não é livre!

17 Homeschooling

18) Educação Online
Você está em busca de uma verdadeira educação ou um mecanismo de sinalização? O site http://mooc.org/ e outras fontes online (como a Khan Academy.org) estão reduzindo os custos da educação — longe dos grupos inflados da educação superior e dos campos de doutrinação que usam dinheiro público. No Brasil existem opções como o IPED e o PrimeCursos. Não consegui informações se há alguma regulação por trás.

18 curso onlçine

19) Tabaco e Cerveja
Fumar um cigarrinho e tomar uma cervejinha de qualidade é algo caro hoje em dia não é? Felizmente existem produtores de cerveja e cigarros não regulamentados. Nesse caso não poderei citar, mas posso deixar essa chama viva para quem gosta de algo com qualidade sem a demasiada química encontradas em ambos. Uma ótima opção também é o “faça você mesmo”, usado por bandas de rock (que por incrível que pareça, usam esse sistema totalmente e verdadeiramente capitalista, mas são anti capitalistas) para conseguir dinheiro para o próprio sustento e produção de cds, mas que pode ser usado para consumo próprio de tabaco e cerveja. Agora, como driblar os impostos da matéria prima? Da mesma forma, fazendo você mesmo ou comprando de pessoas não reguladas que tem a plantação.

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20) Produção do próprio alimento
Outra opção é a produção do próprio alimento. Caso não queira produzir, poderá comprar de outras pessoas que produzem de uma forma não regulamentada. Claro que isso não significada que o estado não cuidará para que esse produtor ou você sejam localizados e “ferrados”. (risos)

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21) Mercado de Trocas Voluntárias (http://www.mercadodetroca.com/ )
Se você pode trocar bens ou serviços diretamente, é melhor abandonar a burocracia.  Você doa o tempo de programação, eu vou lhe dar espaço na web. Você promove o meu produto, eu promovo o seu. Se o dinheiro não muda de mãos, você pode evitar todos os tipos de problemas com o governo. O mercado de trocas voluntárias tornou-se uma resposta natural ao cobrador de impostos. Creio que podemos até incluir olx.com.br e o mercadolivre.com.br, pois além de vender, você pode trocar, facilitando a vida de muitos consumidores.

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22)Spotify
O site oferece três opções de serviço: escutar músicas pela internet gratuitamente e com publicidade, assinar um pacote para ouvi-las sem publicidade, ou contratar o modelo premium e ganhar acesso às músicas através de um aplicativo para escutá-las através de qualquer dispositivo móvel.

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23) Crowdfunding (https://www.catarse.me/ e http://www.kickante.com.br/ )
Se você precisa de dinheiro para iniciar um negócio, você pode contornar a tigela virtual para implorar por dinheiro. Mas não pode ser apenas com qualquer coisa velha. Você tem que convencer a multidão a abrir mão dos seus recursos. Mas essa pode ser uma barreira bem menor a ser ultrapassada do que prender a atenção de investidores de risco ou pedir um financiamento no seu banco que foi resgatado pelo governo. O MELHOR DE TUDO: É VOLUNTÁRIO E A ARMA ESTATAL NÃO TE OBRIGA A DOAR NADA. Vence quem tem boas ideias e melhor lábia.

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24) Empreendedorismo Social
O Estado de bem-estar social tende a tornar as pessoas suplicantes dependentes. A ajuda externa também. Mas empreendedores com causas sociais estão criando melhores formas de ajudar os pobres, usando seu próprio dinheiro e não o dinheiro das pessoas, desde micro finanças ao retorno das sociedades de ajuda mútua, como as cooperativas de saúde cristãs, criadas com dinheiro dado voluntariamente pelos fieis. O setor de empreendedorismo social está desfrutando um renascimento permitido pela tecnologia apesar do Estado, isso no exterior. No Brasil há sede de voluntarismo, mas a carga tributária e a falta de liberdade apenas dificultam. Os que conseguem ficam sempre com má fama graças a sombra de imagem opressora capitalista causada por militantes de esquerda.

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25) Planejamento Fiscal
Os geradores de valor estão cansados de ter seus lucros roubados por pessoas com as armas e as prisões. A Apple, por exemplo, utiliza um planejamento fiscal multinacional tão complicado que meros mortais não conseguem entendê-lo. O resultado: capital extra para tornar o iPhone ainda mais desejado. Os políticos lamentam, mas os consumidores aplaudem. Encontrar uma maneira de driblar governos inchados e com alta carga tributária, é uma forma justa de lidar com toda a situação.

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26) Offshoring e Inshoring
Às vezes os impostos sobre as empresas, controles de sindicatos e o controle regulatório são simplesmente insuportáveis. As corporações dos EUA levam sua produção para outros lugares (atualmente os Estados Unidos têm a maior taxa de imposto sobre as corporações no mundo, considerando-se também os impostos estaduais), mesmo com empresas estrangeiras buscando lugares para local único para as melhores instalações de produção nos Estados Unidos (longe de altos impostos e cartéis de sindicatos).

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27) Carrinho de comida de rua
Restaurantes adoram regulamentações, porque eles podem pressionar seus concorrentes. É por isso que as cidades que toleram a cultura dos carrinhos de comida de rua estão dando a esses restaurantes uma competição dura. Se você aguenta comer seu hot dog em um banco de parque, pode valer a pena ir a um food truck – a última novidade em micro empreendedorismo. Eles estão muitas vezes na vanguarda da experimentação e variedade.

27 carrinho de comida

28) Bandcamp (http://bandcamp.com/ )
Tem uma banda e quer vender seu CD na internet? Conheça o bandcamp.

29) Amazon ( http://amazon.com/ )
Amazon é uma empresa multinacional de comércio electrónico dos Estados Unidos com sede em Seattle, estado de Washington. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. Ps: A Saraiva odeia a Amazon, pq será?


30) Casino/Jogo do Bicho
Não são regulados pelo estados e são totalmente proibidos e caso encontre um irregular e goste desse tipo de jogo aproveite e boa diversão só cuidado para não perder até as calças haha

 

“Mas quanto tempo o Estado será capaz de acompanhar o ritmo vertiginoso da inovação,  já que desta hidra da desobediência civil brota duas cabeças no lugar de qualquer uma cortada? A menos que o Estado fique muito repressivo rapidamente (e todos nós estamos preparados para deixá-los), os seus funcionários não serão capazes de controlar os enxames e os vendavais de destruição criativa que eles trazem. Este é o nosso presente. Este é o nosso futuro.” – Jeffrey Tucker


O frágil Capitalismo e as condições para sua sobrevivência

No Brasil, muitas pessoas enxergam o capitalismo como uma aberração pronta para destruir tudo por onde passa, mas sabemos que não é assim que as coisas funcionam. Apesar de todo esse exagero por parte de esquerdistas e celebridades sem cérebro ou interesseiras, o Capitalismo é algo que muda a vida das pessoas e apesar da aparência ele é frágil, pois precisa de algumas condições para sobreviver. Vamos falar sobre elas?

 

1- Proteção à propriedade privada:

Imagine que você abriu uma empresa. Você acorda, começa a trabalhar e obter o seu merecido lucro, então, um ladrão passa a roubar a sua empresa todos os dias. Dia após dia o ladrão leva embora o teu dinheiro e mercadorias (quase sempre este ladrão pode ser o governo ao cobrar pesados impostos das empresas). A consequência lógica disso é que a tua empresa vai à falência em breve. Agora imagine esta situação acontecendo com todos os empresários do país! Pois é caro leitor, sem a devida proteção à propriedade privada, as empresas quebram e o capitalismo começa a morrer. Seria solução privatizar a segurança? Bem, não vem ao caso por agora. Nos países africanos, o respeito à propriedade privada é muito baixo e some a isto o fato de que esses países sofrem com governos totalitários. A garantia de proteção à propriedade privada é, sem dúvida, o item mais importante para o bom desenvolvimento da economia capitalista em qualquer país.

 

2- Livre concorrência:

A livre concorrência entre as empresas é benéfica para o consumidor, pois aquelas que tiverem pouco lucro irão baixar seus preços para atrair os clientes e a concorrência será forçada a fazer o mesmo ou inovar com diferentes produtos ou inovar na qualidade do que já vende. Esta disputa entre elas faz o preço diminuir, o mercado inovar e a qualidade subir. Sem a livre concorrência entre as empresas o que temos é o monopólio estatal que é um câncer para o Capitalismo e para a população.

 

3- Baixos impostos:

Os baixos impostos são importantes, pois eles indicam que a maior parte do dinheiro do consumidor ficará com ele mesmo e não com o governo. Com isso ele passa a ter maior poder de compra. No Brasil, há muitos impostos nos bens de consumo, o que faz com que fiquem caros demais, impedindo ou dificultando o acesso desses bens aos consumidores. Os altos impostos impedem também que as empresas cresçam e gerem mais emprego e renda à população que está desempregada.

4- Baixa burocracia estatal:
A burocracia estatal pode dificultar inúmeros itens no Capitalismo: a abertura e fechamento de empresas, o pagamento de funcionários de modo mais flexível (diária ou semanalmente, por exemplo), carga de trabalho mais flexível negociável entre contratante e contratado etc. Diminuir a burocracia é fundamental.

Estas são as condições mínimas, sem as quais a economia capitalista vai à ruína. É óbvio que existem outras condições que favorecem ainda mais.

Para finalizar deixo uma pergunta:

Essas 4 condições são respeitadas no Brasil?